Em comemoração ao aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948, a 7ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos traz uma vasta programação com temas variados, como por exemplo: ditadura militar, direitos da mulher, diversidade sexual, acessibilidade e saúde.
Quando: De 14 a 20 de dezembro.
Local: Sala Walter da Silveira, Biblioteca Central dos Barris.
Entrada franca.
17/12
15h: Á Margem da Imagem - Evaldo Mocarzel
17h: Santo Forte - Eduardo Coutinho.
19h: Justiça - Andrea Ruffini
18/12
15h: Disque Quilombola - David Reeks
17h: A Galinha que Burlou o Sistema - Quico Meireles
19/12: Cabra Marcado para Morrer - Eduardo Coutinho.
19/12
13h: O Cadeado - Leon Sampaio.
15h: Cachoeira - Sérgio Andrade
17h: O Fio da Memória - Eduardo Coutinho
19h: O Olho de Boi - Diego Lisboa
20/12
13h: Juanita - Andrea Ferraz
15h: Elvis & Madona - Marcelo Laffitte.
17h: Marighella - Isa G. Ferraz
19h: Maria da Penha: Um caso de litígio internacional - Felipe Diniz.
Para conferir a programação completa consulte o site da Mostra.
O Centro de Educação em Direitos Humanos Isaías Alves - CEDHIA é uma organização sem fins lucrativos, que tem por missão promover e divulgar os direitos da pessoa humana, na comunidade escolar ICEIA e também na sua localidade. Implantado em 30 de novembro de 2001, tem por objetivo a luta em defesa dos Direitos Humanos. Também orienta e/ou intermedia situações de risco envolvendo alunos adolescentes, realizando atendimentos, na busca pela efetivação dos seus direitos.
domingo, 16 de dezembro de 2012
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
CEDHIA, 11 Anos!!
Comemoramos no último dia 06 o 11º aniversário do CEDHIA. Que bom celebrar juntos com os amigos mais um ano de uma experiência que tanta alegria nos dá e que tanto nos motiva a continuar.
Iniciamos o dia inaugurando a nossa galeria com defensores dos direitos humanos. Inicialmente Nelson Mandela, Gandhi, Flavia Piovesan e Madre Teresa, mas em breve outros nomes se juntarão a estes queridos.
E nesta manhã realizamos também o sorteio de uma bela cesta de Natal feita para os funcionários do ICEIA. Estes se inscreveram durante as últimas semanas e neste dia fizemos nossa festinha, que culminou com o sorteio. Também distribuímos sementes de girassol, flor que elegemos como nosso símbolo e cuja distribuição já tornou-se uma tradição.
A diretora Denise, a assistente social Petruska e Dorilda, nossa fundadora.
E todo mundo ansioso pelo sorteio.
E a professora Eloina sorteia...
Augusto. Ele disse desde o início que a cesta seria sua, e não é que ele ganhou mesmo? Ficamos muito felizes principalmente porque, dentre tantos funcionários que estavam inscritos e que não estavam presentes, ele estava. E todo animado!!!
As assistentes sociais Celina e Edleuza também marcaram presença, como sempre:
Agradecemos a todos pela parceria, pela presença e participação ativa neste dia tão especial para todos nós.
Iniciamos o dia inaugurando a nossa galeria com defensores dos direitos humanos. Inicialmente Nelson Mandela, Gandhi, Flavia Piovesan e Madre Teresa, mas em breve outros nomes se juntarão a estes queridos.
E nesta manhã realizamos também o sorteio de uma bela cesta de Natal feita para os funcionários do ICEIA. Estes se inscreveram durante as últimas semanas e neste dia fizemos nossa festinha, que culminou com o sorteio. Também distribuímos sementes de girassol, flor que elegemos como nosso símbolo e cuja distribuição já tornou-se uma tradição.
A diretora Denise, a assistente social Petruska e Dorilda, nossa fundadora.
E todo mundo ansioso pelo sorteio.
E a professora Eloina sorteia...
Augusto. Ele disse desde o início que a cesta seria sua, e não é que ele ganhou mesmo? Ficamos muito felizes principalmente porque, dentre tantos funcionários que estavam inscritos e que não estavam presentes, ele estava. E todo animado!!!
As assistentes sociais Celina e Edleuza também marcaram presença, como sempre:
Agradecemos a todos pela parceria, pela presença e participação ativa neste dia tão especial para todos nós.
Dia Internacional dos Direitos Humanos.
"Em 1950, a Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu que em 10 de dezembro seria celebrado anualmente o Dia Internacional dos Direitos Humanos. A data foi escolhida em memória da Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada pela ONU, em Paris, na Assembleia Geral de 10 de dezembro de 1948.
Na ocasião, a Assembleia proclamou o documento (com 30 artigos) “como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objetivo de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade, tendo sempre em mente esta Declaração, se esforce, através do ensino e da educação, por promover o respeito a esses direitos e liberdades, e, pela adoção de medidas progressivas de caráter nacional e internacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observância universal e efetiva, tanto entre os povos dos próprios Estados-Membros, quanto entre os povos dos territórios sob sua jurisdição” (aqui texto citado).
A data de 10 de dezembro desafia-nos permanentemente, todos os dias do ano. Nesta data - no corrente ano - faremos a memória dos 64 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Caminhamos muito (tivemos avanços e conquistas), mas ainda há muito a caminhar para realizar efetivamente os Direitos Humanos no Brasil, na América Latina e no mundo.
O Dia Internacional dos Direitos Humanos leva-nos a fazer duas reflexões. A primeira, sobre as violações dos Direitos Humanos, praticadas atualmente no Brasil, e a segunda, sobre os sinais concretos de esperança que existem hoje no Brasil.
A primeira leva-nos a reconhecer que continuam existindo hoje muitas violações de Direitos Humanos no Brasil: violações individuais (que - mesmo frequentes - são pontuais) e violações estruturais (que são permanentes).
Normalmente, as violações individuais chocam-nos a todos/as, pelo seu requinte de frieza, crueldade e desumanidade. A não ser em casos claramente patológicos, perguntamo-nos: como pode um ser humano cometer crimes tão bárbaros? Entre os muitos, cito dois casos de Goiânia: no primeiro, um jovem é executado a sangue frio, em pleno dia, por três policiais, que - depois de cercar a casa onde ele estava escondido com viaturas da Polícia - a invadiram, sem nenhuma autorização legal. No segundo caso, três moradores de rua foram executados, no período da meia-noite às 4 horas, e um dos suspeitos é um policial, que estaria agindo a mando de traficantes.
Em 30 dias 8 moradores de rua foram assassinados na capital. “Há suspeita de envolvimento de policiais militares nos crimes, sendo dois soldados, um subtenente e um outro policial, cuja patente ainda não havia sido confirmada pela Polícia” (O Popular, 02/12/12, p. 9). Praticamente, todos os dias a mídia noticia a execução - sobretudo nos bairros da periferia - de algum jovem, quase sempre envolvido com o mundo das drogas. Chega de extermínio da juventude! É urgente implementar Políticas Públicas que ocupem os jovens e os ajudem a descobrir o sentido da vida.
As violações estruturais dos Direitos Humanos são situações sociais impessoais, anônimas, silenciosas, com as quais nós nos acostumamos, omitindo-nos e perdendo, muitas vezes, a capacidade de nos indignar e a vontade de lutar. Entre as muitas, cito duas situações do Estado de Goiás: a situação da Saúde Pública e a situação da Educação Pública. A primeira - mesmo reconhecendo a dedicação de agentes de saúde (médicos, enfermeiros e outros) - é uma situação de calamidade. É uma situação que mata os pobres e descarta os idosos. É uma situação de descaso e de violência institucionalizada permanente.
A situação da Educação Pública - mesmo reconhecendo (como na área da Saúde) a dedicação de educadores/as - é uma situação de descalabro e de faz de conta. A maioria dos professores faz de conta que ensina e a maioria dos alunos faz de conta que aprende. É também uma situação de violência institucionalizada permanente. O próprio sistema econômico no qual vivemos é uma violação estrutural permanente dos Direitos Humanos.
A segunda reflexão leva-nos a perceber os sinais de esperança, que irrompem, com força cada vez maior, na caminhada de realização dos Direitos Humanos, no Brasil hoje. Entre os muitos, cito três sinais, que, na realidade, são três grandes frentes de luta.
O primeiro sinal ou a primeira frente de luta é a do Movimento Nacional de Direitos Humanos e dos inúmeros Centros ou Comissões de Direitos Humanos e de Justiça e Paz, que brotam por toda parte no Brasil e se fortalecem cada vez mais (alguns Centros ou Comissões, em nível institucional e sua grande maioria, em nível de organizações da sociedade civil).
O segundo sinal ou a segunda frente de luta é a da Educação em Direitos Humanos. A aprovação do Programa Nacional de Direitos Humanos, do Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos e das Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos (em nível institucional) respalda a luta das organizações da sociedade civil, sobretudo dos Movimentos Populares e possibilita um amplo trabalho de Educação em Direitos Humanos, seja na Educação formal, seja, sobretudo, na Educação informal.
O terceiro sinal ou a terceira frente de luta é a do empenho da sociedade civil organizada no esclarecimento público das violações dos Direitos Humanos pela Ditadura Militar (1964-1985). A criação da Comissão Nacional da Verdade e das Comissões Estaduais da Verdade - algumas já criadas e outras a serem criadas (em nível institucional) e a criação dos Comitês Estaduais pela Verdade, Memória e Justiça - alguns já criados e outros a serem criados (em nível de organizações da sociedade civil) são acontecimentos emblemáticos, de grande significado social e histórico. Estas Comissões e estes Comitês são uma conquista da sociedade civil organizada e uma prova concreta que as violações dos Direitos Humanos (como torturas, desaparecimentos e assassinatos) são crimes que nunca podem e devem ser anistiados.
A motivação principal das Comissões e Comitês é construir uma história sobre as violações dos Direitos Humanos pela Ditadura Militar, em que a Verdade seja revelada, a Memória seja feita e a Justiça seja exigida.
Reconhecemos, com gratidão, que os principais incentivadores dos Comitês Estaduais são os anistiados, os exilados voltados ao Brasil, os presos pela Ditadura Militar e os familiares das vítimas, assassinadas ou tidas como desaparecidas (fala-se de 15 em Goiás e de cerca 450 no Brasil). Viva os Direitos Humanos! Verdade, Memória e Justiça! "
Frei Marcos Sassatelli é frade dominicano, Doutor em Filosofia (USP) e em Teologia Moral (Assunção - SP), Professor aposentado de Filosofia da UFG. E-mail: mpsassatelli@uol.com.br.
fonte: http://www.brasildefato.com.br
sábado, 17 de novembro de 2012
Consciência Negra
No próximo dia 20 comemoramos uma jornada importante para os movimentos populares de promoção da cidadania para todos os negros e pardos do Brasil. O dia da Consciência Negra marca a homenagem ao líder Zumbi dos Palmares, símbolo da luta pela liberdade dos negros escravizados e ícone do movimento negro, consciente e organizado. Zumbi representa a luta dos quilombolas, centros de resistência negra durante a escravidão no Brasil colonial.
Esta data vem a ser uma ação afirmativa de promoção da igualdade racial e referência para a população afrodescendente, pois, seja através de passeatas, palestras, movimentos culturais e nas ações educativas nas escolas e nas ruas, busca-se desenvolver a reflexão acerca das consequências do racismo e sobre a inserção do negro na sociedade brasileira.
Muitas já foram as conquistas, nos últimos anos, mas sabemos que muito ainda está por conquistar. Cada um de nós é responsável por procurar desenvolver ações de promoção da cidadania e dos direitos fundamentais do cidadão, mas também precisamos denunciar os crimes de racismo e injúria racial.
Esta data vem a ser uma ação afirmativa de promoção da igualdade racial e referência para a população afrodescendente, pois, seja através de passeatas, palestras, movimentos culturais e nas ações educativas nas escolas e nas ruas, busca-se desenvolver a reflexão acerca das consequências do racismo e sobre a inserção do negro na sociedade brasileira.
Muitas já foram as conquistas, nos últimos anos, mas sabemos que muito ainda está por conquistar. Cada um de nós é responsável por procurar desenvolver ações de promoção da cidadania e dos direitos fundamentais do cidadão, mas também precisamos denunciar os crimes de racismo e injúria racial.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
XII ENCONTRO ESTADUAL DE DIREITOS HUMANOS
O encontro acontecerá no período de 12 a 14 de dezembro de 2012, no Centro de Convenções da Bahia, Salvador - Bahia. As inscrições poderão ser feitas, gratuitamente, pelo site: www.idh.org.br
domingo, 2 de setembro de 2012
Educação Em e Para os Direitos Humanos.
A construção da democracia exige a formação de pessoas ativas e críticas, conscientes de seu papel social, e atuantes ética e politicamente. Muitas pessoas ainda não têm conhecimento dos direitos que lhe assistem, ficando estes restritos a poucas pessoas especialistas na área da ciência jurídica.
Vivenciar os Direitos Humanos implica que este conhecimento seja usual para todos, num efetivo exercício da cidadania, na medida em que ser cidadão enseja a participação ativa do indivíduo na sociedade, modificando-a para uma existência de respeito mútuo à dignidade.
Isto nos remete à constatação do quanto há na sociedade um desconhecimento do que os Direitos Humanos representam, especialmente, nas sociedades estruturalmente marcadas pela dominação, exclusão, injustiça e outras mazelas responsáveis pela degradação da condição humana.
Pensamos que a educação cumpre importante papel na sociedade, quando a própria Declaração Universal dos Direitos Humanos no seu artigo XXVI estabelece que a educação é um direito de todas as pessoas e tem por objetivo o pleno desenvolvimento da personalidade humana e o fortalecimento do respeito aos Direitos Humanos e as liberdades fundamentais. Sendo assim, compete a educação a implementação desse documento.
É à luz desse contexto que concebemos pensar a escola como um meio ainda capaz de colocar, sobretudo, as classes populares em contato com o conhecimento sistematizado, oportunizando-as alcançar uma condição social melhor. Então, trata-se de preparar a escola que temos para a sua emancipação. Ou melhor, preparar a escola que temos para a emancipação da vivência em direitos humanos.
Denise Cardoso da Paixão
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Direitos da Pessoa com Deficiência
DIA 27 DE AGOSTO DE 2012
13:00 às 17:00h: Credenciamento
15:00h às 16:00h: Leitura e Aprovação do Regimento
17:00 às 19:00h: Abertura
19:00h: Encerramento
DIA 28 DE AGOSTO DE 2012
9:00 às 10:00h: Credenciamento
9:00 às 9:15h: Abertura dos Trabalhos e Exposição da Metodologia
9:15 às 10:00h: Palestra Magna
10:00 às 12:00h: Grupos de Trabalho por Eixo Temático
12:00 às 13:30h: Almoço
13:30 às 17:00h: Retorno aos Grupos de Trabalho
17:00h: Encerramento
DIA 29 DE AGOSTO DE 2012
9:00 às 12:00h: Plenária Final para Apresentação das Propostas de
Grupos de Trabalho
12:00 às 13:30h: Almoço
13:30 às 14:00h: Moções
14:00 às 16:30h: Eleição dos Delegados
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Seminário Internacional de Educação e Direitos Humanos
A Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos
(SJCDH) realiza no auditório Pedro Milton o Seminário Internacional de Educação
e Direitos Humanos, em comemoração ao seu aniversário. As comemorações têm
início no dia 16 de agosto, quinta-feira.
A programação conta com palestras, apresentação do Coral
Cidadania da SJCDH e intervenções artísticas. A palestra de abertura intitulada
“Educação e Direitos Humanos” será ministrada pelo chileno Leopoldo Briones,
doutor em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Chile. Dando
continuidade, o seminário vai contar também com uma explanação sobre “Direitos
Humanos e Corrupção no Brasil” com mestre em Direito Público pela UFPE e
professor assistente de Processo Penal na Universidade Federal da Bahia (Ufba),
Vladimir Aras.
A comemoração dos 117 anos da SJCDH é uma reflexão das
garantias fundamentais dos direitos humanos na Bahia, e , acima de tudo,
fortalece o objetivo da SJCDH de priorizar e efetivar os Direitos da população
historicamente excluída.
Fonte:www.sjdh.ba.gov.br
sexta-feira, 13 de julho de 2012
22 ANOS DO ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Para celebrar o aniversário do principal documento nacional em favor da causa, o Tribunal de Justiça, através da Coordenadoria da Infância e da Juventude (CIJ) e em conjunto com a Associação de Magistrados da Bahia (AMAB), promove, no dia 13 julho, o Debate Virtual “Sistemas e garantias do Estatuto da Criança e do Adolescente”. O evento será realizado no Salão Nobre do Fórum Ruy Barbosa, a partir das 10 horas.
Para compor a mesa do debate, foram convidados o desembargador Salomão Resedá, coordenador da CIJ; o juiz Nelson Santana do Amaral, titular da 2ª Vara da Infância e Juventude de Salvador; e o juiz Walter Ribeiro Costa Junior, titular da Vara da Infância e da Juventude de Feira de Santana.
Dentre os temas agendados para as discussões, estão as medidas protetivas e socioeducativas, além do Sistema Nacional de Atendimento Socieducativo (Sinase), documento elaborado por militantes da Infância e Juventude e regulamentado em janeiro deste ano, que reúne um conjunto de medidas, regras e critérios jurídicos, políticos e pedagógicos, pensados para dar maior efetividade e cautela na execução das medidas socioeducativas.
O evento será voltado para magistrados, promotores, estudantes de Direito, conselheiros tutelares e demais profissionais que tenham interesse na área. O número de vagas é limitado, correspondente à capacidade de acomodação do local. No entanto, quem não puder comparecer presencialmente ao evento, poderá acompanhar a transmissão on-line no site da AMAB (http://www.amab.com.br/site2/index.php).
À tarde, ainda no contexto da comemoração dos 22 anos do Estatuto, os Conselhos Tutelares da Criança e do Adolescente do município de Salvador e a ACTEBA, Associação de Conselheiros Tutelares do Estado da Bahia realizam a 8ª Caminhada do ECA.
A caminhada sairá do Campo Grande à Praça Municipal, a partir das 14 horas.
A caminhada sairá do Campo Grande à Praça Municipal, a partir das 14 horas.
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